Blog do Grupo de Pesquisa Politeia – Coprodução do Bem Público: Accountability e Gestão, da Universidade do Estado de Santa Catarina, Centro de Ciências da Administração e Socioeconômicas – UDESC/ESAG
Professora da Udesc Esag, Elaine Cristina de Oliveira Menezes, liderou a agenda internacional com colegas e alunos e alunas, totalizando dez dias de debates, artigos apresentados, encontros com autoridades e aprendizados teóricos para potencializar ensino, pesquisa e extensão na universidade
Professora Elaine Cristina de Oliveira Menezes no Gigapp 2026, em Marid
Durante dez dias na Espanha, a professora da Udesc Esag e pesquisadora do Politeia, Elaine Cristina de Oliveira Menezes, encarou uma maratona de compromissos acadêmicos seguidos. A agenda internacional incluiu apresentação presencial e híbrida de pesquisas com colegas, a participação em mesas de debates sobre os principais desafios da Administração Pública na atualidade, reuniões com parceiros e parceiras de pesquisas e aprendizado com cientistas referenciais nos temas que o grupo de pesquisa Politeia estuda e investiga.
O primeiro evento foi o XIII Congresso Internacional da Asociación Iberoamericana para la Gobernanza y las Políticas Públicas, o GIGAPP 2026, é um dos principais espaços globais de reflexão, produção de conhecimento e socialização das técnicas sobre a administração pública, com foco em ações de pesquisa, temas e esforços científicos para o fortalecimento institucional e democrático na Ibero-América.
Registro da sessão híbrida em que foi apresentado o trabalho sobre transparência das universidades publicas
Foram apresentados os seguintes trabalhos:
“Transparência em universidades públicas brasileiras: Uma Análise de Conteúdo da Produção Científica à Luz dos Marcos Legais (2008–2025), de autoria de Rodrigo Diego Piva, Dayane Dornelles e Elaine Cristina de Oliveira Menezes.
“Governança nas contratações públicas municipais: análise dos regulamentos da Lei no 14.133/2021 em pequenos municípios da Grande Florianópolis”, de autoria de Leonardo Ulisses Moraes e Elaine Cristina de Oliveira Menezes;
“Estado aberto, parlamento aberto e controle aberto no Brasil: de que participação estamos falando?”, de Paula Chies Schommer.
“A democratização do acesso à justiça no Brasil por meio das Defensorias Públicas e suas Ouvidorias-Gerais Externas”, de autoria de Maria Aparecida Lucca Caovilla, professoras Karin da Udesc Esag Karin Vieira da Silva e Paula Chies Schommer e acadêmicos de Administração Pública, Davi da Rosa Pizzolatti e Caroline Fraga Leimann.
Na bagagem acadêmica: inovação, parcerias e novidades para os projetos de pesquisa
Para a professora Elaine, a agenda internacional nestes congressos e nos bastidores trouxe inúmeras possibilidades de inovar em temas, objetos, conceitos e costurar cooperações globais em problemas de pesquisas. Foi ainda uma oportunidade de debater pautas em transição, projetos e futuros acadêmicos para alunas e alunos, discutir a internacionalização do Politeia e visibilizar, institucionalmente, o nome da Udesc, inclusive em conversas com figuras-chave dos temas como Clorinda Romo, responsável pela gestão de Programas da OGP Local (Program Officer for OGP Local), na Open Government Partnership (OGP).
Almoço de trabalho, em Madrid, Clorinda Romo, responsável pela gestão de Programas da OGP Local da OGP e a professora Elaine
“Nestes eventos estivemos em contato com temas e especialistas relacionados às áreas da transparência, accountability e governo aberto. Temas relevantes para a administração pública brasileira e também para inspirarmos inovações no campo da administração pública catarinense, na sala de aula, nas reuniões com nossos cientistas. Muitas das teses e dissertações do grupo de pesquisa Politeia se ancoram em temas que foram apresentados no Gigapp e no CIT. Dessa forma, poderemos trazer para Florianópolis novas lentes analíticas, novas propostas de pesquisa e para pensarmos inovações em transparência, accountability e governo aberto em Santa Catarina”, declara a professora Elaine Cristina de Oliveira Menezes que já está de volta ao país, com a bagagem acadêmica renovada para partilhar com as turmas, colegas e grupos de pesquisa nos próximos dias.
Professora Elaine com colegas e parceiras de pesquisas da UFBA e FGV, em Madrid
O Congresso de 2026 e repercussões atuais
Ao todo, foram cinco dias de atividades acadêmicas no Gigapp 2026, sendo 127 horas de programação, das quais mais de 100 horas foram destinadas a apresentações presenciais e 27 virtuais. Os trabalhos foram divididos em 36 grupos de trabalho temáticos, totalizando 54 sessões científicas no total: 41 presenciais e 13 virtuais, com a participação de cerca de 250 autores coautores.
Entrada da Universidade de Alcalá de Henares
O tema deste ano foi voltado para a Administração Aberta, Gestão do Conhecimento e Inovação Pública. A edição de 2026 estruturou seus debates em grupos de trabalho, abordando problemáticas importantes para a agenda contemporânea: Transformação Digital e Inteligência Artificial, Resiliência Democrática e Desinformação e Governança Colaborativa e Gestão Local, apresentando trabalhos sobre inovação democrática, redes de cooperação e o fortalecimento do poder local e do desenvolvimento territorial.
As apresentações online foram realizadas nos dias 16, 17 e 23 de setembro, enquanto as sessões presenciais ocorreram nos dias 21 e 22. As sessões centrais aconteceram no histórico Colegio de San Ildefonso, sede da Reitoria da Universidade de Alcalá, em Alcalá de Henares, em Madrid.
Veja a programação e os trabalhos apresentados na lista definitiva das pesquisas, com autoras e autores: GIGAPP2026.
Dentro da agenda internacional, integrantes do Politeia também participaram Congresso Internacional de Transparência e Governo Aberto, o CIT, na Galícia
Congresso ocorreu na histórica Universidade de Santiago de Compostela
O segundo evento internacional com presença dos professores e pesquisadores da Udesc Esag e Politeia foi na Galícia, na Universidade de Santiago de Compostela, esta semana. Foi lá onde ocorreu o XI Congreso Internacional de Transparencia y Gobierno Abierto, na Facultad de Derecho de la Universidade de Santiago de Compostela , o CIT. No evento, por três dias, estiveram reunidos especialistas, instituições, governos e profissionais da administração para promover e buscar novas alternativas para a transparência, a integridade pública e a democracia aberta.
“A coincidência de datas nos levou também a um evento sobre transparência e direito à informação na Galícia, onde estavam presentes professores que foram precursores da temática na Espanha. Além disso, o país está promovendo alterações em sua lei de acesso à informação em função da inteligência artificial, o que nos leva a acompanhar de perto essas transformações em curso no mundo”, conclui a professora Elaine.
Colegas celebraram encontros, parcerias e olhares sobre as pesquisas apresentadas
Acadêmicos/as tiveram dois dias para debater temas de investigação que somaram quase 40 exposições trabalhos, além de oficinas e palestras ofertadas nesta edição
A semana que passou foi movimentada para os pesquisadores e pesquisadoras do grupo Politeia, de eventos internacionais a encontros de pesquisa locais, todos relevantes para o avanço e popularização da ciência em temas como governo aberto, transparência, participação cidadã e internacionalização da pesquisa. Estes foram alguns dos assuntos apresentados e debatidos durante os três dias da 35ª edição do Seminário de Iniciação Científica (SIC) da Udesc Esag, onde 38 alunos e alunas apresentaram suas pesquisas (veja programação completa aqui).
Do grupo de pesquisa Politeia, na sexta, 10, participaram e apresentaram trabalho científico as graduandas da Udesc Esag, Caroline Fraga Leimann, que apresentou trabalho chamado “Radar LAI: uma sistematização sobre publicações técnicas relativas à Lei de Acesso à Informação” e Letícia de Oliveira Lagos, que apresentou o artigo “Accountability, serviços públicos equitativos, governança colaborativa e governo aberto”.
Integrantes do Politeia, as duas acadêmicas foram acompanhadas por uma das professoras orientadoras, Paula Chies Schommer (ao centro). Fotos – Arquivo Pessoal.
Ambos os trabalhos foram orientados pelas Professoras Paula Chies Schommer e Karin Vieira da Silva, líderes do Politeia. A sessão foi coordenada pela Professora Carolina Andion e contou as professoras Julia Viezzer Baretta e Karina Francine Marcelino como avaliadoras e debatedoras.
Caroline apresentou o trabalho “Radar LAI: uma sistematização sobre publicações técnicas relativas à Lei de Acesso à Informação“.
Na avaliação da jovem pesquisadora Caroline Leimann, “a participação no 35º SIC foi enriquecedora. Algumas colegas trouxeram reflexões maravilhosas sobre o trabalho e ótimas propostas de continuação. Ouvir isso representa um momento para a reflexão e aprofundamento do tema”. Já para pesquisadora Letícia Lagos (foto abaixo), compartilhar a pesquisa ajuda a aprimorar e validar o percurso do/a investigador/a.
Letícia trouxe o artigo “Accountability, serviços públicos equitativos, governança colaborativa e governo aberto”.
“Participar do 35⁰ SIC foi uma experiência muito rica e interessante. Ter sido capaz de explicar a pesquisa que estou desenvolvendo e receber os feedbacks positivos me fez sentir que estou no caminho certo. Também foi um privilégio poder presenciar outros colegas apresentando temas tão plurais e necessários”, declarou a estudante de IC que está na 8ª fase do curso de Adminstração Pública na Udesc Esag.
Evento ofereceu palestra, oficina e aprendizado nas sessões de apresentação de trabalhos
O 35º SIC começou na quarta-feira, 8. A palestra de abertura ocorreu na quarta-feira à tarde e abordou o tema “Governança Corporativa: bases, limites e possibilidades”. A conversa debateu desafios da pesquisa em governança corporativa, com foco nas problemáticas epistemológicas de cada estudo, ministrada pela convidada Profa. Dra. Vanessa Rabelo Dutra, da Universidade Federal do Pampa (Unipampa).
No mesmo dia, ainda ocorreram duas oficinas. A primeira foi “Scopus.IA + Elicit”, que tratou de noções básicas a respeito de ferramentas de IA para estágios iniciais de pesquisa, como recorte do problema de pesquisa e procura focada em referências relacionadas ao problema de estudo. A Profa. Dra. Aline Regina Santos, da Udesc Esag, foi a desenvolvedora. No começo da noite, foi ofertada segunda a oficina nomeada “Revisão sistemática na prática: métodos, softwares e inovações com IA”, sob a tutela da Profa. Dra. Ana Luize Correa Bertoncini, também da Udesc Esag.
Premiação à vista
Como incentivo à IC, a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPPG) divulgou o Edital do Prêmio de Iniciação Científica. O acadêmico que obtiver a melhor nota no ranqueamento dos trabalhos inscritos será premiado com passagens aéreas, inscrição e hospedagem para participar da Jornada Nacional de Iniciação Científica (JNIC), evento que integra a 78ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) em Niterói (RJ), de 26 de julho a 1º de agosto de 2026.
O diretor de pesquisa e pós-graduação da Udesc Esag, professor Marcello Zappellini, destaca a relevância do evento. “O 35º Seminário de Iniciação Científica é o evento mais importante da pesquisa no ensino de graduação da Udesc. O Seminário é uma oportunidade valiosa para a comunidade acadêmica conhecer o que está sendo produzido em termos de pesquisa pelos professores da Esag em parceria com os alunos”.
Produção audiovisual criada para documentar a encerramento do Projeto Integrador do Grupo Politeia em edital da Fapesc e Udesc de apoio à infraestrutura dos grupos de pesquisa narra ações, inovações e entregas
Atividades realizadas nos últimos dois anos do grupo Politeia, da Udesc Esag, na jornada de pesquisa, produção científica, articulação e impacto regional, nacional e internacional e a pauta das cinco linhas de pesquisa renderam um registro fotográfico inédito. São memórias e entregas à sociedade e à Udesc e a busca de amadurecimento teórico e prático. Uma síntese disso deu origem a um vídeo das atividades do projeto integrador “Coprodução, accountability e inovação: dilemas e perspectivas na administração pública contemporânea”.
A produção foi preparada para documentar o período de financiamento de julho de 2023 a julho de 2025 do projeto, mas representa e sintetiza mais que isso. As imagens, os cenários e as contribuições diversas de pesquisadores e pesquisadoras do grupo, de grupos e pesquisadores parceiros de pesquisa e órgãos públicos abertos e disponíveis a colaborar com o Politeia demonstra a força de uma rede ativa, cocriadora na prática dentro de variados espaços e dinâmicas da administração pública temas relacionais/correlatos.
O material apresenta diferentes etapas e linhas de ação do projeto, com registros da produção científica, ao longo dos últimos dois anos, da articulação acadêmica e agência sobre temas emergentes que o Politeia colabora, debate e produz conhecimento.
A comunicação pública da ciência e a produção de conteúdo proprietário sobre teorias, pensadores, literaturas e debates de temas desafiadores marcam a trajetória do Politeia | Reprodução YouTube
Entre os temas que o vídeo contextualiza, estão equidade em serviços públicos, inovação, transparência e accountability, alocação de recursos públicos, governança territorial, coprodução do bem público e ética no uso de tecnologias como a IA Generativa. Um dos temas abordados é o do Estado aberto, incluindo governos, parlamentos e justiça aberta, e de que maneira essas ferramentas e processos transformam a cultura, a qualidade e as práticas do executivo, legislativo, judiciário e dos órgãos de controle, cada qual com suas finalidades cidadãs e ampliações temáticas.
Narrativa explora publicações, coletividade na produção da ciência e impacto acadêmico e social da pesquisa | Reprodução YouTube
As pesquisas de integrantes do Politeia, incluindo pesquisadores e estudantes de graduação em iniciação científica, mestrado e doutorado, se concentram na articulação entre fundamentos teórico-conceituais, métodos de coleta e análise de dados e ação na realidade contemporânea. Entre os fundamentos teóricos e categorias de análise utilizadas como base para os trabalhos do grupo, estão os desenvolvidos pelo sociólogo Alberto Guerreiro Ramos.
Créditos de produção:
Roteiro: Gisiela Klein e Paula Chies Schommer
Narração: Enio Luiz Spaniol
Sonorização: Caroline Fraga Leimann
Edição: Gisiela Klein, Caroline Fraga Leimann e Paula Chies Schommer
Imagens: acervo dos integrantes do grupo de pesquisa Politeia
A oficina De Olho na LAI reuniu, no dia 19 de agosto, na Udesc Esag, 62 participantes entre estudantes, servidores públicos, jornalistas, representantes da sociedade civil e demais interessados em conhecer e utilizar a Lei nº 12.527, de 18 de Novembro de 2011, conhecida como Lei de Acesso à Informação (LAI).
“Todos nós temos o direito de perguntar e o Estado tem o dever de responder”, destacou a jornalista Taís Seibt, diretora de estratégia da agência independente de dados Fiquem Sabendo e ministrante da oficina. A organização foi parceira do evento.
Promovida por professores, estudantes e pesquisadores do Departamento de Administração Pública da Udesc Esag, a atividade gratuita e aberta teve como objetivo principal incentivar o uso da LAI. A ideia surgiu a partir das disciplinas do sexto semestre do curso de Administração Pública. Esta edição foi coordenada pelos acadêmicos Josileia Alves e Maicon Estevam, da turma 2025/1 da disciplina Sistemas de Accountability, ministrada pela professora Paula Schommer.
A programação foi dividida em etapas. Na primeira, os 62 participantes receberam conteúdos introdutórios sobre o direito de acesso à informação, transparência pública e participação social. Taís mostrou como organizações da sociedade civil e agentes públicos se mobilizaram para a elaboração da LAI e sua implementação. Apresentou, ainda, vários exemplos de como o exercício do direito de acesso pelos cidadãos, via pedidos de informação, permitiu o acesso a outros direitos e gerou melhorias em serviços públicos. Na segunda etapa, 38 pessoas exploraram ferramentas disponíveis no Brasil para solicitar informações públicas. A terceira etapa será realizada online, nas próximas semanas, quando os participantes compartilharão os resultados de suas buscas.
A iniciativa procura capacitar cidadãos no uso da LAI como instrumento de diálogo entre governos e sociedade, além de reforçar o engajamento cívico, a cultura da transparência e o controle social. Também consolida a Udesc Esag como referência na formação de gestores comprometidos com a ética e a integridade pública.
“Ficamos animados com o interesse pelo tema e com a oportunidade de aproximar a academia, a sociedade civil e o serviço público. A oficina mostrou que a universidade pode promover diálogo entre diferentes segmentos sociais, construindo de forma colaborativa o conhecimento sobre os nossos direitos enquanto cidadãos e as nossas responsabilidades como servidores públicos”, afirmou a professora Paula Schommer, orientadora da atividade.
Estão abertas as inscrições para a oficina De Olho na LAI, agendada para o dia 19 de agosto, das 8h20 às 11h, na Udesc Esag, em Florianópolis. A atividade é gratuita e tem como foco explorar o uso da Lei de Acesso à Informação (LAI) como ferramenta de transparência e participação cidadã, controle social e diálogo entre Estado e sociedade. As inscrições podem ser feitas em https://politeiacoproducao.com.br/deolhonalai/.
A oficina será conduzida pela organização Fiquem Sabendo, agência de dados independente que atua nacionalmente para promover o acesso à informação pública no Brasil. A jornalista e professora Taís Seibt, diretora de estratégia da entidade e especialista no uso da LAI, será a responsável por compartilhar experiências, casos reais e estratégias práticas com os participantes.
Criada por professores, estudantes e pesquisadores do Departamento de Administração Pública da Udesc Esag, a iniciativa De Olho na LAI busca promover o uso da LAI. A Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011), resultado da colaboração entre governo e sociedade civil, marcou um avanço na democracia e na administração pública ao garantir o direito à informação. Sua entrada em vigor em 2012 representa um divisor de águas. Pode-se dizer que existe “o antes e o depois da LAI”.
A edição de agosto da iniciativa De Olho na LAI é coordenada pelos acadêmicos Josileia Alves e Maicon Estevam, da turma 2025/1 da disciplina Sistemas de Accountability, ministrada pela professora Paula Schommer. Além de integrar os conteúdos das disciplinas de graduação e pós-graduação, a atividade visa engajar estudantes, pesquisadores, servidores públicos, jornalistas, integrantes de organizações da sociedade civil e demais interessados no uso estratégico da LAI como instrumento de diálogo com governos e promoção da transparência.
Públicos-alvo da iniciativa: estudantes, pesquisadores, servidores públicos, jornalistas, integrantes de organizações da sociedade civil e demais interessados
Mais informações: Josileia (WhatsApp: 48 99958‑8158)