Blog do Grupo de Pesquisa Politeia – Coprodução do Bem Público: Accountability e Gestão, da Universidade do Estado de Santa Catarina, Centro de Ciências da Administração e Socioeconômicas – UDESC/ESAG
O jornalista e especialista em transparência pública, Fabiano Angélico, estará em Santa Catarina nos dias 22 e 23 de Outubro, quando abordará a Lei de Acesso à Informação (LAI) em dois eventos.
No dia 22, 5a feira, às 19 horas, a palestra ocorrerá no âmbito do evento de Prestação de Contas do Observatório Social de São José. O local é o Auditório da Univali, no Shopping MundoCar, em São José.
No dia 23, 6a feira, das 8:30h às 10:30h, no Auditório da Udesc/Esag, o foco será a LAI na Prática – as experiências de São Paulo e São José.
Em ambos os eventos, será lançado o livro: “Lei de Acesso à Informação: reforço ao controle democrático”, de autoria de Fabiano Angélico, fruto de sua dissertação de mestrado junto a FGV.
Convite dia 22:
Convite dia 23: ========================================================================
O Projeto de Extensão Coproduzindo o Controle em São José têm a honra de convidar para:
Lei Acesso a Informação – Experiência São Paulo e São José
Data:23/10/15 – 6ª feira
Horário: 08:30 as 10:30h.
Local: Auditório da Esag
Palestras com Fabiano Angélico, jornalista e especialista em transparência pública e Jaime Klein, contador, auditor interno do poder executivo e Presidente do Observatório Social de São José – OSSJ
Tema: Experiências práticas do uso da Lei de Acesso a Informação na Controladoria Geral do Município de São Paulo e no OSSJ.
O evento, que acontece em 2016, terá como tema “O sentido público do investimento social privado”, problematizando as relações contemporâneas entre o público e o privado.
Informações detalhadas a partir do Informativo GIFE (http://gife.org.br/2015/10/19/9o-congresso-gife-esta-com-inscricoes-abertas/):
PUBLICADO POR GIFE EM
O GIFE realiza, de 30 de março a 1 de abril de 2016, a 9º edição do seu Congresso, o principal encontro sobre investimento social da América Latina, realizado desde 2000 a cada dois anos. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas diretamente pelo site (clique aqui).
O evento reúne as principais lideranças de investidores sociais do país, além de dirigentes de organizações da sociedade civil, acadêmicos, consultores e representantes de governos, proporcionando um espaço para aprendizado, relacionamento e troca de experiências. A expectativa é de que mais de 800 pessoas participem desta edição.
Andre Degenszajn, secretário-geral do GIFE, destaca que o objetivo do Congresso é garantir um espaço instigante, que consiga captar os principais debates contemporâneos e problematizar a própria atuação, visando fortalecer o impacto do investimento social e o desenvolvimento da sociedade civil.
“O investimento social privado, apesar de seus princípios básicos terem sido estabelecidos há décadas, se transforma junto com as mudanças no contexto social, econômico e político no Brasil. E o Congresso GIFE tem sido um espaço regular para refletir sobre essas transformações, compartilhar práticas e experiências e debater os rumos e tendências futuras do ISP. O evento tem se consolidado como um importante espaço de encontro entre os principais atores do campo, reunindo também organizações interessadas em estabelecer parcerias, contribuir e aprender com o trabalho dessas organizações”, destaca.
Uma das novidades da 9ª edição é a proposta de organizar uma Semana do Investimento Social, garantindo, além da programação oficial do Congresso, uma série de outras atividades ao longo semana, espalhadas pelo país, propostas e promovidas por associados e parceiros com a curadoria do GIFE, seguindo os moldes de outros eventos, como a Virada Sustentável, por exemplo. A ideia é, assim, ampliar na sociedade as discussões sobre investimento social de maneira descentralizada.
Esta edição do evento terá como tema principal “O sentido público do investimento social privado”. A ideia do Congresso GIFE 2016, portanto, será problematizar as relações contemporâneas entre público e privado a partir da atuação dos institutos e fundações envolvidos com o campo do investimento social. Afinal, essa relação está no cerne do conceito do ISP: o uso de recursos privados para ações de interesse público.
“No entanto, com o desenvolvimento e diversificação das estratégias de investimento, a relação entre essas duas dimensões tem encontrado diferentes composições: parcerias com o poder público em arranjos inspirados nas PPPs, a busca de geração de impacto social por meio do alinhamento com a empresa, parcerias de co-investimento, negócios de impacto social e outras maneiras de articular recursos e atores, públicos e privados, para a produção de bens comuns. Ao mesmo tempo em que o potencial e oportunidades são grandes, os riscos e tensões da apropriação do público pelo privado se fazem presentes, seja na sua forma efetiva, potencial ou na percepção pública”, destaca Andre Degenszajn.
O secretário-geral do GIFE ressalta ainda que, nos debates sobre as grandes questões nacionais, a influência do privado sobre o público tem sido identificada como uma das questões-chave para a reforma política e para a construção de relações éticas e transparentes entre essas duas esferas. “Nesse sentido, há oportunidades de avanços em mudanças regulatórias, iniciativas de autorregulação e nos esforços de controle social sobre o Estado e as políticas públicas. Ao reconhecer que institutos e fundações podem exercer influência sobre atores públicos e privados, seu potencial de contribuição vai além dos projetos e programas a que se dedicam”, enfatiza.
Iara Rolnik, gerente de Conhecimento do GIFE, relembra que o Congresso 2016 procura apontar alguns caminhos para o investimento social privado a partir dos aprendizados e demandas levantadas no último Congresso, a fim de que estes possam contribuir para a legitimidade, relevância e diversidade do investimento social privado, como construído na Visão 2020 do GIFE.
“Muitas foram as mensagens deixadas pelo Congresso GIFE 2014 indicando caminhos para o investimento social, pensando em seu fortalecimento para uma proposição, articulação e ação mais efetiva e relevante, desafiando portanto a constante problematização do ambiente em que está inserido. Podemos destacar algumas questões como a capacidade dos investidores em promover transformações efetivas na sociedade e nas realidades sobre as quais decidem/devem incidir, incorporando o princípio da sociedade em rede; a importância da transparência; a capacidade de produzir incidências e resultados concretos, com ferramentas e subsídios que qualifiquem o investimento social para tanto, além de outras questões como a importância da ativação e junção de várias redes e espaços, pessoas e organizações que estavam dispersas, fortalecendo ações”.
A programação do evento ainda está sendo construída, mas já é possível obter mais informações no site do Congresso GIFE 2016
O Evento O Seminário Finanças Sociais: Tendências Globais e Recomendações para o Brasil será um espaço para debater, compartilhar e identificar oportunidades e desafios na busca de mudanças sistêmicas para atrair mais capital para geração de impacto social. Reunirá representantes de organizações sociais, academia, setor privado, governo e todos aqueles que buscam novas conexões e conhecimento aprofundado sobre as perspectivas para o avanço dos Negócios de Impacto e Finanças Sociais no Brasil. Será também uma oportunidade para que você conheça as recomendações da Força Tarefa de Finanças Sociais para alavancar o crescimento deste campo no Brasil. Mudanças Sistêmicas para alavancar mais capital Há pouco mais de um ano, a Força Tarefa de Finanças Sociais vem encarando o desafio de buscar soluções sistêmicas para atrair mais capital para financiar inovações com impacto social e sustentabilidade financeira. Nesse período priorizou temas críticos, desenvolveu estudos, consultou a sociedade, o mercado e ongs e trabalhou em parceria pesquisadores para compreender quais mudanças poderiam contribuir de forma mais significativa para o campo. O resultado desse trabalho é um conjunto de recomendações para o avanço do campo de Finanças Sociais no Brasil, que serão apresentadas durante o evento.