“Uma nova onda de aplicativos baseados em dados abertos e tecnologia podem aumentar a participação dos eleitores e estimular uma maior compreensão dos sistemas políticos”. É o que discute esta reportagem do The Guardian: Apps for democracy – open data and the future of politics.
Autor: politeiacoproducao
45a Conferência da ARNOVA – Nonprofits, Philanthropy, and Government: Policy and Partnerships in an Era of Change
V Simpósio Desigualdades, Direitos e Políticas Públicas – Protagonismos e Alternativas – 12 a 14 de Dezembro, na Unisinos
Mais sobre a Lei da Ficha Limpa: “Legisladores Bêbados?”, por Hélio Schwartsman
Em “Legisladores Bêbados?“, texto publicado na Folha em 20 de agosto, Hélio Schwartsman comenta a decisão recente do STF de que somente as casas legislativas poderão tornar inelegíveis políticos que tiveram suas contas rejeitadas pelos tribunais de contas.
Para alguns, a decisão do STF é um duro golpe na Lei da Ficha Limpa, com efeitos negativos para a democracia (vide nota pública do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral – MCCE). Para outros, uma vez que a concepção da Lei é equivocada, talvez esta decisão de agora seja um avanço para o processo político e a democracia. Mas talvez seja uma “emenda pior que o soneto”, um erro para consertar outro, nos deixando ainda mais desorientados em meio a tantas leis, decretos e interpretações.
A Lei da Ficha Limpa é parte de um conjunto de medidas que vem sendo adotadas recentemente no Brasil com a intenção de aumentar a responsabilização de políticos e gestores públicos por atos e omissões no exercício do poder, ou seja, promover accountability.
Alguns celebram a Lei como uma conquista nesse sentido, embora parcial e limitada, pois a Ficha Limpa é apenas uma parte de um conjunto de reformas propostas para o sistema político-eleitoral, e muitas delas não avançaram. Outros a consideram um retrocesso, pois, no limite, retira poder do eleitor em favor de órgãos de controle de caráter técnico-jurídico. O que pode significar a tutela do cidadão, considerado incapaz de julgar por si mesmo os candidatos. Por outro lado, diante da assimetria de informação, especialmente em período eleitoral, um mecanismo como a Lei da Ficha Limpa pode ser aliada do eleitor.
Entre prós e contras, avanços e retrocessos, talvez a Lei da Ficha Limpa seja uma expressão da combinação entre o arcaico e o moderno que tanto se vê na cultura política brasileira. Tema analisado por José Antonio Gomes de Pinho e Ana Rita Sacramento em “Accountability: já podemos traduzi-la para o português?“, publicado na Revista de Administração Pública, em 2009.
* Mais sobre o tema: Conselhos de procuradores de contas critica decisão do STF relativa à Ficha Limpa
XIII Congresso Nacional do Ministério Público de Contas debate o papel dos órgãos de controle externo no combate à corrupção e na efetivação das políticas públicas
Prêmio ICE 2016 incentiva trabalhos acadêmicos sobre finanças sociais e negócios de impacto
- Autor: Vivian Rubia
- Fonte: http://ice.org.br/8247-2/
Orientador: Sylmara Lopes Francelino Gonçalves Dias
Título: Mensuração de desempeno e avaliação de Negócios Sociais : Mapeamento de metodologias e ferramentas
Instituição: Universidade de São Paulo – SP
Orientador: Clécio Magalhães do Vale
Título: Arquitetura como serviço: como os arquitetos podem trabalhar com a classe C
Instituição: Universidade Federal de Ouro Preto – MG
Orientador: Graziella Comini
Título: Negócios sociais e Grandes Empresas: Oportunidades e desafios para parcerias na cadeia de valor
Instituição: Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPE) e CEATS/USP
Orientador: Valéria Theodoro Ramo
Título: Empresas sociais: a importância de autorregulamentação para desenvolvimento do setor
Instituição: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – SP
Orientador: José Carlos Lázaro da Silva Filho
Título: Negócios de Impacto
Instituição: Universidade Federal do Ceará – CE
Orientador: Genauto Carvalho de França Filho
Título: Gestão coletiva dos bens comuns na experiência dos bancos comunitários de desenvolvimento: o caso de Matarandiba
Instituição: Universidade Federal da Bahia – BA
Orientador: Sylmara Lopes F. G. Dias
Título: Mensuração de Desempenho Socioambiental: Estudo de Casos em Negócios Sociais Brasileiros
Instituição: Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP
Orientador: Graziella Maria Comini
Título: Práticas de Recompensas em Negócios Sociais no Brasil
Instituição: Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP
World Government Summit: Call for Innovations – Deadline: August 28
Innovators are encouraged to submit innovative practices to the OECD Observatory of Public Sector Innovation (instructions in blog)
The deadline has been extended to August 28, 2016.
https://www.oecd.org/governance/observatory-public-sector-innovation/blog/page/worldgovernmentsummitcallforinnovationsdeadlineextended-august28.htm
Today, the OECD Observatory of Public Sector Innovation (OPSI) is excited to announce a new partnership with the Mohammed Bin Rashid Centre for Government Innovation for the World Government Summit to conduct a review of the ways central governments are transforming their operations and improving the lives of their people. The World Government Summit is the largest annual gathering in the world focused on shaping the future of governments through innovative practices. This February, U.S. President Barack Obama and UAE Vice President and Prime Minister His Highness Mohammed bin Rashid Al Maktoum kicked off the 2016 Summit, with a keynote speech given by OECD Secretary-General Angel Gurría. The event brought together thousands of government officials, thinkers, policy makers, and industry experts from over 100 countries to discuss ways to harness innovation and technology to solve challenges facing humanity.

- leveraging creative digital tools to better engage and co-create policies and services with residents;
- innovative/alternative financing and procurement tools that allow governments to tap into new sources of funding and deliver better results;
- implementing approaches which empower and engage the workforce, promote learning and ultimately foster innovation-oriented cultures and capabilities in public sector organisations;
- new mechanisms to help governments effectively tackle transnational issues (from international transportation networks, to transnational banking for migration remittances, to climate change and environmental hazards);
- experimental approaches to policymaking that allow for better risk management and learning by doing;
- applying design thinking and ethnographic approaches to develop solutions that producesystemic change;
- using behavioural approaches for innovative problem solving or forging new partnerships to break down barriers within and across government, civil society, and industry; and
- harnessing data—such as data from citizen science, satellites, and the internet of things—and combining it with citizens’ context-rich insights to deliver new perspectives on policy issues, promote anticipatory governance approaches, and enable real-time sensemaking; and opening data to fuel innovation inside and outside government.

