De 127 pedidos feitos pela Folha, só 20% foram efetivamente atendidos
Em um dos casos, Ministério das Relações Exteriores disse que dados só podem ser consultados em NY
DE BRASÍLIA
DE SÃO PAULO
A aplicação da lei de acesso à informação é facilitada se houver órgão específico para atender aos pedidos?
FABIANO ANGÉLICO
ESPECIAL PARA A FOLHA
FABIANO ANGÉLICO é pós-graduado pela Universidade do Chile e mestre pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/47361-implantacao-da-lei-fica-mais-dificil-sem-a-criacao-de-orgao-especifico.shtml, Acesso em 07 Junho 2012.
Ministra do STF e Presidente do TSE divulga contracheque
A Ministra do STF Carmen Lucia, Presidente do TSE, divulgou seu contracheque na página oficial do TSE. A medida foi tomada na esteira dos debates sobre a aplicação da Lei de Acesso à Informação pelo Poder Judiciário.
O episódio nos faz refletir sobre as modificações que a Lei trará na relação entre governo e cidadãos, e ainda questionar se todos os órgãos públicos estão de fato preparados para aplicar a Lei.
Vale a pena conferir a reportagem:
Programa de Intercâmbio da Secretaria de Assuntos Legislativos – SAL do Ministério da Justiça
Estão abertas as inscrições para o Programa de Intercâmbio da Secretaria de Assuntos Legislativos do MJ que ocorrerá do dia 23 de julho ao dia 03 de agosto em Brasília/DF. Os interessados devem estar cursando a partir do 5º período de Direito, Sociologia, Antropologia, História, Ciência Política, Ciências do Estado, Relações Internacionais, Gestão Pública, Comunicação, Economia, Administração e outras Ciências Sociais Aplicadas.
Além disso, é preciso enviar uma dissertação com o tema “Elaboração Normativa e Transparência”.
Mais informações:
http://www4.planalto.gov.br/centrodeestudos/galeria-de-fotos/arquivos-importados/arquivos-pdf/programa-de-intercambio-julho-2012-edital.pdf
Open Government
Promotor diz que revolta individual contra a corrupção não resolve e que é preciso participar
Assessoria de Comunicação da Udesc
Jornalista Valmor Pizzetti
A lógica política do controle interno – Resenha do livro de Cecília Olivieri
O controle interno é um dos mecanismos de accountability cuja relevância tem sido mais reconhecida no Brasil, nos últimos anos. No texto a seguir, o professor Valdemir Pires, da Unesp, nos brinda com uma resenha do livro de Cecília Olivieri, A lógica política do controle interno: O monitoramento das políticas públicas no presidencialismo brasileiro (São Paulo: Annablume, 2010. 215 p).
A resenha pode ser lida na íntegra em A lógica política do controle interno
“1. a reforma do controle interno do Executivo Federal na década de 1990 criou um mecanismo efetivo de controle político sobre a burocracia – que é o órgão de monitoramento sobre a burocracia, a SFC [depois CGU];
2. esse órgão passou a ser utilizado como instrumento de controle da Presidência sobre a coalizão de governo, pelos seguintes motivos:
– o Presidente precisa de instrumentos para controlar a coalizão de governo, pois ela envolve a delegação de poder através principalmente de nomeação para cargos em comissão e o Presidente precisa controlar o desempenho de seus ministros, da burocracia que os ministros comandam, e dos indicados políticos espalhados pela burocracia,
– a instituição da SFC em 1994 gerou capacidade de realizar o controle sobre a burocracia,
– a fragilidade da autonomia financeira de alguns estados e da maior parte dos municípios e o formato homogeneizador das políticas públicas federais implementadas descentralizadamente permitem ao Executivo direcionar a administração pública dos governos subnacionais.”