O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral – MCCE lançou um vídeo-documentário sobre a história de construção da chamada Lei da Ficha Limpa.
Para assistir: “Ficha Limpa – Uma História de Combate à Corrupção”
Blog do Grupo de Pesquisa Politeia – Coprodução do Bem Público: Accountability e Gestão, da Universidade do Estado de Santa Catarina, Centro de Ciências da Administração e Socioeconômicas – UDESC/ESAG
O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral – MCCE lançou um vídeo-documentário sobre a história de construção da chamada Lei da Ficha Limpa.
Para assistir: “Ficha Limpa – Uma História de Combate à Corrupção”
* Por Marina Silva e Paula Schommer
A professora Patrícia Vendramini e o mestrando Jeferson Dahmer, ambos do grupo de pesquisa Politeia, concederam entrevista à imprensa abordando o campo de atuação do administrador público. Foram publicadas matérias nos jornais Diário Catarinense e Zero Hora.
Eles destacaram os diferentes campos de trabalho do profissional da área pública, tais como governos, empresas e organizações sociais.
Interessante observar que um dos jornais deu mais destaque à atuação em governos, enquanto o outro enfatizou que os profissionais com formação na área pública podem atuar também em empresas, organizações da sociedade civil e, sobretudo, nas interfaces entre elas e com os governos. (Palpites sobre a ênfase de cada um dos jornais?)
Em destaque em ambos, inclusive nas belas fotos que ilustram as reportagens, o trabalho de Jeferson Dahmer, graduado em administração pública pela Esag/Udesc, junto ao Observatório Social de Florianópolis. Pesquisas do grupo Politeia sobre observatórios sociais e outros mecanismos de accountability mostram justamente que o Brasil tem avançado nos instrumentos de controle social e controle institucional, o que aumenta as oportunidades de trabalho para os que se qualificarem nessas áreas.
Edição recente da Alliance Magazine debate o uso de dados para orientar a filantropia e o investimento social privado, campo este relacionado à coprodução do bem público.
Alguns dos textos sobre dados e investimento social estão publicados e/ou comentados no site do Grupo de Institutos, Fundações e Empresas – GIFE. Entre eles:
Editorial – Os dados não são apenas para nerds
O que os dados podem fazer pelo investimento social
Neste último texto, admite-se: “Nós já entramos no mundo dos “grandes dados”, porém o investimento social privado parece um pouco atrasado para pegar o trem que já está andando. Qual é o motivo?”
Discussão relevante, pois embora os recursos sejam de origem privada, o investimento social privado volta-se à esfera pública, buscando contribuir para a produção de bens públicos. O que passa pela necessidade de transparência, controle e accountability.
Li há pouco esta matéria da Folha de São Paulo sobre auditorias do Tribunal de Contas da União em universidades federais que encontrou muitos casos de servidores que acumulam empregos irregularmente.
Fiquei com vontade de publicar algum comentário, mas me faltam elementos para compreender, analisar, argumentar. Escrevo então ideias soltas que me ocorrem e peço ajuda dos colegas para a análise.
Sei que o fato tem a ver com transparência, controle e accountability, nossos temas de pesquisa abordados neste Blog. Tem relação com condições de trabalho no serviço público, particularmente nas universidades. Tem a ver com educação e com o desafiador exercício de se praticar aquilo que se professa. Tem a ver com a mania nacional de estabelecer regras e mais regras que não são cumpridas, que sabemos não serão cumpridas, que muitas vezes não fazem sentido, que não são controladas e não geram efeito algum. E continuamos apostando que basta definir uma “boa regra” para que as práticas se transformem. Regras “iguais para todos” que não logram promover justiça, ignorando as particularidades de cada contexto e desestimulando o mérito, a flexibilidade e a responsabilidade das pessoas.
A análise do professor da UnB, Roberto Piscitelli, aponta que “as instituições de ensino superior precisariam investir mais na profissionalização de suas administrações, definir melhor as atribuições de seus mestres e dispor de sistemas apropriados de acompanhamento e avaliação de seu pessoal”.
O que nos remete à accountability que prioriza resultados em lugar de processos.
O Fundo Global de Inovação em Integridade (Testing 123 – The Global Integrity Innovation Fund) está com inscrições abertas para uma premiação de ideias inovadoras em transparência e accountability.
Serão premiadas de 10 a 15 ideias, que podem ser submetidas por indivíduos ligados ou não a alguma organização. O prêmio é de 10 mil dólares para cada ideia escolhida. As inscrições podem ser feitas até o dia 16 de novembro.
Detalhes sobre o Prêmio e o Fundo em: Testing 123 – The Global Integrity Innovation Fund
Vale conferir no site a apresentação sobre o conceito de inovação como processo de aprendizagem que envolve tentativa e erro.